O Domingo de Ramos

4 de abril de 2009

domingo de ramos

No Domingo de Ramos, é lida uma passagem tirada do Evangelho de João: “No dia seguinte, a grande multidão que tinha ido para a festa ouviu dizer que Jesus estava chegando a Jerusalém. Então apanharam ramos de palmeiras e saíram ao encontro de Jesus, gritando: “Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor, o rei de Israel!” Jesus, encontrando um jumentinho, montou nele, como está dito na Escritura: “Não tenha medo, cidade de Sião. Eis que o seu rei está chegando, montado num jumentinho!” Nesse momento, os discípulos não entenderam o que estava acontecendo. Mas quando Jesus foi glorificado, eles se lembraram que haviam feito com Jesus aquilo que a Escritura dizia (12, 12-16).

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Para meditar e viver a palavra

31 de março de 2009

Para meditar e viver a palavra

Muita gente não avança na oração porque descuida da preparação prévia.
Algumas vezes, quando quiseres orar, estarás sereno. Nesse caso, não precisarás de nenhum exercício prévio. Concentra-te, invoca o Espírito Santo e ora.
Outras vezes, ao começar a oração, sentir-te-ás tão agitado e disperso que, se não acalmares previamente os nervos, não conseguirás nenhum fruto.
Pode acontecer outra coisa: depois de muitos minutos de saborosa oração, percebes, de repente, que teu interior se está povoando de tensões e preocupações. Se, nesse momento, não lançares mão de algum exercício de silenciamento, não só vais perder tempo, como também o momento vai ser pesado e contraproducente.

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As espécies de demônios

23 de março de 2009

as espécies de demônios

Os monges distinguem diversas espécies de demônios. O critério para a distinção que eles fazem é fornecido pela assim chamada DOUTRINA DOS OITO VÍCIOS.

A doutrina dos oito vícios é um capítulo interessante da psicologia monástica. Foi desenvolvida sobretudo por Evágrio Pôntico e Cassiano, mas aparece também em Clímaco, em Máximo Confessor e em outros. Nela se distinguem estes oito vícios: gula, luxúria, cobiça, tristeza, ira, acídia (preguiça), vaidade e orgulho.

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Quem é o Espírito Santo?

10 de março de 2009

Espírito Santo

“A doutrina da Igreja que mais precisa ser enfatizada em nossos dias é a doutrina do Espírito Santo” - João XXIII

Quando o Cristo ressuscitado estava para voltar para junto do Pai, seus discípulos perguntaram: “Senhor, é porventura agora que ides instalar o reino de Israel?” (At 1,6). A resposta de Jesus continua sendo a mesma em todos os tempos: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo” (At 1,7-8). Os cristãos preocupam-se com muitas coisas, mas não estão atentos ao principal de suas vidas: buscar a plenitude do Espírito Santo. E por que o Espírito Santo é tão importante para a vida cristã? É ele quem nos faz encontrar Jesus de um modo real, dando-nos a mesma coragem dos discípulos que, ouvindo o chamado do Senhor, “deixaram as redes e seguiram-no” (Mc 1,18).

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reparar infidelidades

A vida humana forma um conjunto entre esses dois grandes mistérios do nascimento e da morte. Muitas existências, contudo, são incoerentes, parecem-se a esses romances pretensiosos que começam com narrativas fantásticas e períodos pretensiosos e terminam perdidos na mediocridade ou na infidelidade. Outras, em sentido diverso, vão crescendo progressivamente, mesmo alquebradas por derrotas e malogros, e pouco a pouco, ganhando força e elevação, culminando heroicamente no cimo da santidade. Entre elas bem poderíamos lembrar a de Davi, homicida e adúltero; a de Pedro, o apóstolo negador e covarde; a da Madalena, pecadora pública; a de Paulo, perseguidor pertinaz; a de Agostinho, sensual e fornicador; e a de tantas outras menos conhecidas.

Eles souberam recuperar o tempo perdido e reparar a falta de correspondência à graça, a duplicidade de uma vida dividida ou o abuso e esbanjamento dos dons recebidos do Espírito Santo.

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As intenções do adversário

3 de março de 2009

coração

Há alguns trechos de Atos dos Apóstolos que nos permitem compreender ainda melhor as intenções do adversário nos seus confrontos com Deus, tudo fazendo para pôr obstáculos no caminho seguido pelo homem em busca da Verdade.
- Em primeiro lugar, temos a requisitória de Pedro contra Ananias.

“Ananias, por que você deixou Satanás tomar posse do seu coração? Por que você está mentindo para o Espírito Santo, conservando uma parte do preço do terreno?” (At 5,3).

É de se notar que as duas frases correm em paralelo: “Satanás tomar posse do seu coração”, e “está mentindo ao Espírito Santo”. Pedro parece querer dizer com isto que o homem é incapaz de mentir ao Espírito Santo, a não ser que alguma força extrínseca o mova interiormente.

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A visão diabólica de Leão XIII

2 de março de 2009

são miguel arcanjo

Muitos de nós recordamos que, antes da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, os celebrantes e os fiéis, no fim de cada Missa, ajoelhavam-se para rezar uma oração a Nossa Senhora e outra a S. Miguel Arcanjo. Reportamo-nos ao texto desta última porque é uma oração bonita que pode ser rezada por toda a gente para seu próprio benefício:

“São Miguel Arcanjo, protegei-nos no combate, sede nosso auxílio contra a malícia e ciladas do demônio. Exerça Deus sobre ele império, como instantemente vos pedimos, e Vós, Príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no Inferno Satanás e os outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perder as almas.”

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O deserto é fértil

2 de março de 2009

o deserto é fértil

Quando falamos em deserto, o que vem a sua mente?

Feche os olhos e pense por um momento em todas as imagens que te remetem a um deserto! O que você vê? Como poderia descrevê-lo?

Seria ele um local árido, vazio, sem vida, repleto de areia por todos os lados ou de solo rachado pela ausência de água? Ou um local que te remete ao medo, à solidão, ao desconforto, às provações e aos obstáculos?

Com certeza essas são as primeiras concepções que surgem à nossa mente, não é mesmo? Pois são as definições clássicas para tal significado, seja ele no sentido físico (geográfico) ou psicológico (espiritual).

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Origem da medalha de São Bento

2 de março de 2009

são bento

É impossível fixar com precisão a época em que se começou a usar a medalha de São Bento; mas podemos determinar as circunstâncias que ajudaram sua propagação e anteciparam sua expressa aprovação pela Santa Sé.

Em 1647, em Nattremberg, Baviera, umas feiticeiras, acusadas de terem feito malefícios contra os habitantes da região, foram encarceradas por ordem da autoridade pública. Na instrução do processo, elas declararam que suas supersticiosas maquinações sempre ficavam sem resultado nos lugares em que a imagem da Santa Cruz estivesse suspensa, ou mesmo oculta no chão; acrescentaram que nunca tinham podido exercer poder algum sobre a abadia de Metten, de onde concluíam que tal impotência se devia a alguma cruz que protegia aquele mosteiro.

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Santa Faustina

2 de março de 2009

misericordia divina

A Irmã Faustina Kowalska

A Irmã Faustina Kowalska, conhecida em todo o mundo como apóstola da Misericórdia de Deus, é considerada pelos teólogos como fazendo parte de um grupo de notáveis místicos da Igreja.

Nasceu como terceira de dez filhos numa pobre, mas piedosa família de aldeões, em Glogowiec. No Batismo, na Igreja paroquial de Swinice Warckie, recebeu o nome de Helena. Desde a infância distinguiu-se pela piedade, pelo amor à oração, pela diligência e obediência, e ainda por uma grande sensibilidade às misérias humanas. Freqüentando a escola, não chegou a acabar a terceira série; como jovem de dezesseis anos, deixou a casa familiar para ir trabalhar como empregada doméstica em Aleksandrów e Lodz, a fim de angariar meios de subsistência própria e de ajudar os pais.

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