Santa Gemma Galgani
13 de outubro de 2009

O NASCIMENTO
Gema Galgani nasceu a 12 de março de 1878 em Camigliano, um vilarejo situado perto de Lucca, na Itália. Gema em italiano significa jóia. Seu pai era um próspero químico e descendente do Beato João Leonardi. A mãe de Gema era também de origem nobre. Os Galgani eram uma família católica tradicional que foi abençoada com oito filhos.
Gema, a quinta a nascer e a primeira menina da família, desenvolveu uma atração irresistível pela oração enquanto ainda era muito pequena. Esse carinho pela oração lhe veio de sua piedosa mãe, que lhe ensinou as verdades da Fé da Igreja Católica. Foi a sua mãe que infundiu em sua preciosa alma o amor pelo Cristo Crucificado.
A jovem santa aplicou-se com zelo à devoção. Quando Gema tinha apenas cinco anos, ela lia o Ofício de Nossa Senhora e o Ofício dos Defuntos no Breviário com tanta facilidade e rapidez quanto um adulto.
Testemunho de Glória Polo
13 de agosto de 2009

Irmãos! Realmente é muito lindo poder estar aqui compartilhando esse maravilhoso presente que o Senhor me deu há mais de 10 anos.
Isso aconteceu em 8 de maio de 1995 na Universidade Nacional de Bogotá. Eu e um sobrinho estávamos nos especializando em odontologia e tínhamos que buscar uns livros na Faculdade de Odontologia numa sexta-feira à tarde. Meu esposo estava conosco. Estava chovendo muito forte, eu e meu sobrinho estávamos debaixo de um pequeno guarda-chuva e meu esposo tinha sua jaqueta impermeável e se aproximou da parede da Biblioteca Geral, e nós, enquanto saltávamos as poças d’água, sem perceber nos aproximamos de umas árvores. Quando fomos saltar uma grande poça, caiu um raio sobre nós. Nos deixou carbonizados e meu sobrinho faleceu ali.
Discernimento: O dom mais necessário
29 de maio de 2009

Há alguns anos, alguns líderes de um dos maiores grupos de oração da nossa diocese decidiram iniciar uma nova igreja. Por vários meses, sistematicamente, vinham pregando abertamente contra alguns dogmas e ensinamentos da Doutrina Católica. “De hoje em diante, estamos deixando a Igreja Católica; quem quiser nos seguir, nos acompanhe”, disse um daqueles líderes. Foi presenciando aquele doloroso acontecimento que entendi qual é o dom mais necessário para quem segue Jesus, especialmente para os que estão à frente do rebanho: o discernimento dos espíritos. Com Matatias aconteceu o contrário. Quando o rei Antíoco quis obrigar todos os povos a se entregarem à idolatria, Matatias responde aos seus enviados: “Ainda mesmo que todas as nações que se acham no reino do rei o escutassem, de modo que todos renegassem a fé de seus pais e aquiescessem às suas ordem, eu, meus filhos e meus irmãos, persevaremos na Aliança concluída por nossos antepassados. Que Deus nos preserve de abandonar a lei e os mandamentos! Não obedeceremos a essas ordens do rei e não nos desviaremos de nossa religião, nem para a direita, nem para a esquerda” (I Mc 2, 19-22). Disposto a dar tudo e perder tudo por amor à sua fé, em altos brados, elevou a voz na cidade: “Quem for fiel à lei e permanecer na Aliança, saia e siga-me” (I Mc 2, 27).
Padre Pio
9 de abril de 2009

A volta do seu inimigo
Padre Pio foi bastante amado, mas sabia bem que haviam os inimigos terríveis, que o odiavam à morte. Não eram os homens, que podem ter se enganado por informações recebidas, por preconceitos, por incompreensões. Os verdadeiros inimigos eram os demônios; inimigos do padre e inimigos de qualquer um de nós.
As espécies de demônios
23 de março de 2009

Os monges distinguem diversas espécies de demônios. O critério para a distinção que eles fazem é fornecido pela assim chamada DOUTRINA DOS OITO VÍCIOS.
A doutrina dos oito vícios é um capítulo interessante da psicologia monástica. Foi desenvolvida sobretudo por Evágrio Pôntico e Cassiano, mas aparece também em Clímaco, em Máximo Confessor e em outros. Nela se distinguem estes oito vícios: gula, luxúria, cobiça, tristeza, ira, acídia (preguiça), vaidade e orgulho.
Reparar nossas infidelidades e recuperar o tempo perdido
3 de março de 2009

A vida humana forma um conjunto entre esses dois grandes mistérios do nascimento e da morte. Muitas existências, contudo, são incoerentes, parecem-se a esses romances pretensiosos que começam com narrativas fantásticas e períodos pretensiosos e terminam perdidos na mediocridade ou na infidelidade. Outras, em sentido diverso, vão crescendo progressivamente, mesmo alquebradas por derrotas e malogros, e pouco a pouco, ganhando força e elevação, culminando heroicamente no cimo da santidade. Entre elas bem poderíamos lembrar a de Davi, homicida e adúltero; a de Pedro, o apóstolo negador e covarde; a da Madalena, pecadora pública; a de Paulo, perseguidor pertinaz; a de Agostinho, sensual e fornicador; e a de tantas outras menos conhecidas.
Eles souberam recuperar o tempo perdido e reparar a falta de correspondência à graça, a duplicidade de uma vida dividida ou o abuso e esbanjamento dos dons recebidos do Espírito Santo.
As intenções do adversário
3 de março de 2009

Há alguns trechos de Atos dos Apóstolos que nos permitem compreender ainda melhor as intenções do adversário nos seus confrontos com Deus, tudo fazendo para pôr obstáculos no caminho seguido pelo homem em busca da Verdade.
- Em primeiro lugar, temos a requisitória de Pedro contra Ananias.
“Ananias, por que você deixou Satanás tomar posse do seu coração? Por que você está mentindo para o Espírito Santo, conservando uma parte do preço do terreno?” (At 5,3).
É de se notar que as duas frases correm em paralelo: “Satanás tomar posse do seu coração”, e “está mentindo ao Espírito Santo”. Pedro parece querer dizer com isto que o homem é incapaz de mentir ao Espírito Santo, a não ser que alguma força extrínseca o mova interiormente.
A visão diabólica de Leão XIII
2 de março de 2009

Muitos de nós recordamos que, antes da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, os celebrantes e os fiéis, no fim de cada Missa, ajoelhavam-se para rezar uma oração a Nossa Senhora e outra a S. Miguel Arcanjo. Reportamo-nos ao texto desta última porque é uma oração bonita que pode ser rezada por toda a gente para seu próprio benefício:
“São Miguel Arcanjo, protegei-nos no combate, sede nosso auxílio contra a malícia e ciladas do demônio. Exerça Deus sobre ele império, como instantemente vos pedimos, e Vós, Príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no Inferno Satanás e os outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perder as almas.”
Origem da medalha de São Bento
2 de março de 2009

É impossível fixar com precisão a época em que se começou a usar a medalha de São Bento; mas podemos determinar as circunstâncias que ajudaram sua propagação e anteciparam sua expressa aprovação pela Santa Sé.
Em 1647, em Nattremberg, Baviera, umas feiticeiras, acusadas de terem feito malefícios contra os habitantes da região, foram encarceradas por ordem da autoridade pública. Na instrução do processo, elas declararam que suas supersticiosas maquinações sempre ficavam sem resultado nos lugares em que a imagem da Santa Cruz estivesse suspensa, ou mesmo oculta no chão; acrescentaram que nunca tinham podido exercer poder algum sobre a abadia de Metten, de onde concluíam que tal impotência se devia a alguma cruz que protegia aquele mosteiro.
Emoções, imaginação e memória, são as áreas de influência direta do demônio em nossa alma
2 de março de 2009

O ponto de contacto entre a capacidade do conhecimento humano e os demônios é a fantasia. Os demônios provocam em nós imagens da fantasia, ou fazem-nos sonhar enquanto dormimos. Como possuem um corpo, os demônios também estão ligados a objetos corpóreos, através dos quais eles agem sobre a fantasia. Provocam imagens de coisas visíveis na alma do homem, e de acordo com sua natureza de thymos (parte emocional da alma, a parte excitável, de onde surgem as emoções violentas, como a ira, o ódio e a inveja) eles fazem estas imagens ser acompanhadas de violentas emoções.






