Tsunami no Sudeste da Ásia

(Após o desastre do tsunami no Sudeste da Ásia, em Dezembro de 2004)

Neste artigo estarei destacando as profecias que nos foram dadas por Deus (através dos escritos de A Verdadeira Vida em Deus) lembrando-nos do Seu chamado ao arrependimento e ao amor, profecias essas que falam das torres gêmeas nos Estados Unidos, e agora, da Tsunami na Ásia que tirou a vida de centenas de milhares de pessoas, muitas delas crianças inocentes.

Estou certa de que cada um de vocês está em oração por aqueles que sobreviveram e que vocês participaram das doações feitas através das suas igrejas. É uma coisa terrível ver a dor e o sofrimento de pessoas de diferentes nacionalidades que perderam seus entes queridos de um instante para o outro, especialmente quando isso aconteceu com crianças. Portanto, permanecemos com temor reverencial diante de alguns milagres que aconteceram, como o da jovem mãe com seu bebê de 20 dias que ficaram flutuando, e do menininho sueco que foi encontrado vivo e de outros casos.

Talvez este acontecimento tenha feito algumas pessoas compreenderem como, diante de Deus, nós não somos nada; como nossas vidas dependem de Deus e não de nós mesmos. Nada podemos fazer sem a ajuda de Deus.

Infelizmente, quando acontece um desastre dessas proporções, destruindo vidas inocentes, há sempre alguns que põem imediatamente a culpa em Deus, ao invés de colocá-la na humanidade pecadora. Para muita gente, esta vem a ser também a única ocasião em que se lembram de Deus, e falam d’Ele com raiva, ofendendo a Deus ainda mais. Ao mesmo tempo, a dor e o sofrimento às vezes fazem com que as pessoas digam coisas que não queriam dizer. Devemos rezar por esses corações feridos, para que sejam consolados por nosso Senhor.

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Encontro com Vassula

18 de julho de 2009

Vassula Ryden

Em vários encontros casuais, muitas foram as pessoas que me falaram de Vassula Ryden, mística ortodoxa que vive na Suiça, casada, mãe de dois filhos. O contato que com ela haviam tido e a leitura das suas mensagens tinham modificado por completo a sua vida. E estes frutos acabaram por me impressionar também a mim.

Falei deste assunto com Patrick de Laubier, que reside na Suiça, em Genebra. Foi vê-la. Pensou numa semana de retiro para ler os seus escritos e, pouco a pouco, verdadeiramente convencido, trouxe-me a Evry, no dia 26 de agosto de 1989. Interroguei-a longamente e ela respondeu-me de uma forma moderada, coerente e satisfatória.

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Discernimento: O dom mais necessário

Há alguns anos, alguns líderes de um dos maiores grupos de oração da nossa diocese decidiram iniciar uma nova igreja. Por vários meses, sistematicamente, vinham pregando abertamente contra alguns dogmas e ensinamentos da Doutrina Católica. “De hoje em diante, estamos deixando a Igreja Católica; quem quiser nos seguir, nos acompanhe”, disse um daqueles líderes. Foi presenciando aquele doloroso acontecimento que entendi qual é o dom mais necessário para quem segue Jesus, especialmente para os que estão à frente do rebanho: o discernimento dos espíritos. Com Matatias aconteceu o contrário. Quando o rei Antíoco quis obrigar todos os povos a se entregarem à idolatria, Matatias responde aos seus enviados: “Ainda mesmo que todas as nações que se acham no reino do rei o escutassem, de modo que todos renegassem a fé de seus pais e aquiescessem às suas ordem, eu, meus filhos e meus irmãos, persevaremos na Aliança concluída por nossos antepassados. Que Deus nos preserve de abandonar a lei e os mandamentos! Não obedeceremos a essas ordens do rei e não nos desviaremos de nossa religião, nem para a direita, nem para a esquerda” (I Mc 2, 19-22). Disposto a dar tudo e perder tudo por amor à sua fé, em altos brados, elevou a voz na cidade: “Quem for fiel à lei e permanecer na Aliança, saia e siga-me” (I Mc 2, 27).

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Para meditar e viver a palavra

31 de março de 2009

Para meditar e viver a palavra

Muita gente não avança na oração porque descuida da preparação prévia.
Algumas vezes, quando quiseres orar, estarás sereno. Nesse caso, não precisarás de nenhum exercício prévio. Concentra-te, invoca o Espírito Santo e ora.
Outras vezes, ao começar a oração, sentir-te-ás tão agitado e disperso que, se não acalmares previamente os nervos, não conseguirás nenhum fruto.
Pode acontecer outra coisa: depois de muitos minutos de saborosa oração, percebes, de repente, que teu interior se está povoando de tensões e preocupações. Se, nesse momento, não lançares mão de algum exercício de silenciamento, não só vais perder tempo, como também o momento vai ser pesado e contraproducente.

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Quem é o Espírito Santo?

10 de março de 2009

Espírito Santo

“A doutrina da Igreja que mais precisa ser enfatizada em nossos dias é a doutrina do Espírito Santo” - João XXIII

Quando o Cristo ressuscitado estava para voltar para junto do Pai, seus discípulos perguntaram: “Senhor, é porventura agora que ides instalar o reino de Israel?” (At 1,6). A resposta de Jesus continua sendo a mesma em todos os tempos: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo” (At 1,7-8). Os cristãos preocupam-se com muitas coisas, mas não estão atentos ao principal de suas vidas: buscar a plenitude do Espírito Santo. E por que o Espírito Santo é tão importante para a vida cristã? É ele quem nos faz encontrar Jesus de um modo real, dando-nos a mesma coragem dos discípulos que, ouvindo o chamado do Senhor, “deixaram as redes e seguiram-no” (Mc 1,18).

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reparar infidelidades

A vida humana forma um conjunto entre esses dois grandes mistérios do nascimento e da morte. Muitas existências, contudo, são incoerentes, parecem-se a esses romances pretensiosos que começam com narrativas fantásticas e períodos pretensiosos e terminam perdidos na mediocridade ou na infidelidade. Outras, em sentido diverso, vão crescendo progressivamente, mesmo alquebradas por derrotas e malogros, e pouco a pouco, ganhando força e elevação, culminando heroicamente no cimo da santidade. Entre elas bem poderíamos lembrar a de Davi, homicida e adúltero; a de Pedro, o apóstolo negador e covarde; a da Madalena, pecadora pública; a de Paulo, perseguidor pertinaz; a de Agostinho, sensual e fornicador; e a de tantas outras menos conhecidas.

Eles souberam recuperar o tempo perdido e reparar a falta de correspondência à graça, a duplicidade de uma vida dividida ou o abuso e esbanjamento dos dons recebidos do Espírito Santo.

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